Com Wagner Moura de volta na pele do capitão Nascimento e todo o elenco do primeiro filme, “Tropa de Elite 2″ começa a ser rodado em janeiro.
A história do filme se passa em tempos atuais, “Queremos abordar o que acontece com o capitão Nascimento 12 anos depois de abandonar o BOPE, como uma pessoa fica depois de sair da corporação”, conta o produtor Marcos Prado.
Apesar do sucesso de “Tropa de Elite”, não foi possível arrecadar tanta verba para a segunda produção. O orçamento (que não foi fechado ainda) deve ficar em torno de R$10 milhões, valor do primeiro filme.
Além disso, Moura e Mantovani também participam do filme como coprodutores. “Eles reduziram parte do cachê e receberão, então, um pouco da bilheteria do filme”.
A ideia original era de “Tropa de Elite 2″ ser uma série para a televisão, mas Prado disse que o resultado poderia ser superficial. “No cinema podemos abordar a atualidade de forma mais profunda com assuntos mais complexos, mais densos”.
Acesse esse vídeo e reflita sobre o que nós brasileiros as vezes não damos valor: o nosso cinema.
Rico em emoções, histórias de vida e superação, cultura, filmes que retratam o que nós brasileiros temos de melhor: O valor que damos as coisas e a vontade de vencer.
A organização do Festival de Sundance 2010, que se realizará entre 21 e 31 de janeiro, na geladíssima Park City, acaba de anunciar a seleção oficial deste ano. E o brasileiro José Padilha de “Tropa de Elite” e “Tropa de Elite 2″, está entre os selecionados, com o documentário “Secrets of the Tribe”, que fará parte da Competição de Documentários World Cinema. Realizado ano longo deste ano, o filme investiga o escândalo e uma suposta disputa acadêmica na comunidade antropológica com relação à representação e exploração de índios e tribos indígenas na Bacia Amazônica. A lista completa com os filmes da seleção oficial está disponível no site do Festival de Sundance 2010.
Assim como Salve Geral, um documentáro que o Discovery Channel estréia dia 29 às 20h vai contar um pouco do ataque que parou São Paulo em maio de 2006, mas ao invés de mostrar esse fato deixando a história girar em torno de uma professora que se envolve com uma fação criminosa para livrar seu filho da cadeia, ‘São Paulo Sob Ataque’ vai mostrar os bastidores dessa ação que marcou tanto a nossa história.
Em quase três dias de guerra urbana, foram contabilizados 280 ataques, 46 assassinatos, 78 feridos, 82 ônibus incendiados, além bases da PM e agências bancárias destruídas.
O documentário conta com depoimentos de pessoas-chave do governo, histórias das vítimas – em sua maioria, parentes de policiais e agentes penitenciários mortos e atores que reconstituem o horror pelo qual milhares de pessoas em São Paulo passaram, em um formato que lembra o extinto programa policial da Rede globo “Linha Direta”.
O diretor do filme tentou entrar em contato com os líderes da organização criminosa que comandaram os ataques, mas não foi possível.
Na noite desta terça-feira terminou a edição 42 do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro http://www.festbrasilia.com.br/ e o grande premiado foi “É proibido fumar” de Ana Muylaert, com Glória Pires e Paulo Miklos que também foram premiados, melhor ator e melhor atriz. O Filme foi premiado em sete categorias.
Glória Pires na noite de premiação (Foto: Junior Aragão)
O festival teve início no dia 17 de novembro e trouxe diversas mostras incluindo longas e curtas 35mm e também contou com mídias digitais.
Abaixo segue a lista de premiados:
Longa em 35 mm Filme (Júri Oficial) - ’É proibido fumar’ Filme (Júri Popular) - ’Filhos de João, admirável mundo novo baiano’ Direção – Evaldo Mocarzel, por ‘Quebradeiras’ Melhor Ator – Paulo Miklos, por ‘É proibido fumar’ Melhor Atriz – Glória Pires, por ‘É proibido fumar’ Melhor Ator Coadjuvante – Bruno Torres, por ‘O homem mau dorme bem’ Melhor Atriz Coadjuvante – Dani Nefussi, por ‘É proibido fumar’ Roteiro – ‘É proibido fumar’ Fotografia – ‘Quebradeiras’ Direção de Arte – ‘É proibido fumar’ Trilha Sonora – ‘É proibido fumar’ Som – ‘Quebradeiras’ Montagem – ‘É proibido fumar’
Curta em 35 mm Filme (Júri Oficial) – ‘Ave Maria ou a Mãe dos sertanejos’ Filme (Júri Popular) – ‘Recife frio’ Diretor – Kleber Mendonça Frio, por ‘Recife frio’ Melhor ator – elenco masculino de ‘A noite por testemunha’ Melhor Atriz – Mariah Teixeira, por ‘Água viva’ Roteiro – ‘Recife frio’ Fotografia – ‘Ave Maria ou a Mãe dos sertanejos’
Direção de Arte – ‘Os amigos bizarros do Ricardinho’
Trilha Sonora – ‘A noite por testemunha’ Som – ‘Ave Maria ou a Mãe dos sertanejos’ Montagem – ‘Bailão’
O evento foi uma homenagem ao cinquentenário de Brasília…
“Chico Xavier” entra em cartaz em 2 de abril, data em que o médium faria 100 anos. Produzido pela Globo Filmes e a Sony Pictures, orçado em 7 MILHÕES DE REAIS, é um dos filmes mais caros já produzidos no Brasil.
O longa descreve a trajetória do mineiro da cidade de Pedro Leopoldo que, em seus 92 anos, psicografou 419 livros. O elenco terá ainda Paulo Goulart, Christiane Torloni e Tony Ramos. “Faço parte da Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas há 40 anos. Para mim, é um prazer estar neste filme”, diz Goulart.
A temporada de filmes no chamado ‘meio transcendental’ terá grandes produções em 2010 e elenco de renome. Três filmes sobre Chico Xavier serão lançados. “Chico Xavier”, dirigido por Daniel Filho e com Nelson Xavier como Chico, é o mais aguardado. Estão previstos ainda “Nosso Lar”, que já teve os direitos cedidos pela FEB (Federação Espírita Brasileira) e deverá ser distribuído pela Fox, dirigido por Wagner Assis; “As Mães de Chico”, por Glauber Filho; “E a Vida Continua”, de Paulo Figueiredo; e o documentário “As Cartas”, de Cristiana Grumbach.
“Nosso Lar”, obra psicografada por Chico Xavier que já vendeu mais de 1,5 milhão de exemplares, foi adaptada para as telas pelo cineasta Wagner Assis, da produtora Cinética Filmes. O longa mostra os primeiros anos do médico André Luiz após sua morte, em outro ‘plano espiritual’. A produção também será lançada no aniversário de Chico Xavier.
Chico Xavier psicografou também “E a Vida Continua”, do mesmo espírito André Luiz. A obra será outra a ganhar as telas em 2010, com direção do ator Paulo Figueiredo.
Já em “As Cartas”, a diretora Cristiana Grumbach focou nas mensagens de Xavier. A produção estréia nos primeiros meses de 2010 e reúne relatos de pessoas que receberam textos psicografados pelo médium. “Durante as filmagens, descobri que a maioria dessas cartas eram de filhos para seus pais.”
Ainda em fase de criação, “As Mães de Chico” reunirá histórias de mulheres que recebem cartas de filhos mortos. O longa contará a história verídica de três mães que, após perderem os filhos, procuraram Chico Xavier para tentarem receber uma mensagem do além. “Um deles se suicidou, o outro sofreu um acidente de carro e a último nem chegou a nascer, já que a mãe fez um aborto.”
O roteiro está sendo escrito pelo também cearense Emmanuel Nogueira, que viajou para Uberaba, Pedro Leopoldo e São Paulo para conhecer essas mães. O filme terá três diretores, Glauber Filho, Joel Pimentel (que também dirigiram Bezerra de Menezes) e Halder Gomes. “Cada um vai dirigir a história de uma mãe”, diz.
Para o diretor Glauber Filho, a onda de filmes com temas espíritas é uma consequência do sucesso de “Bezerra de Menezes – O Diário de Um Espírito” (2008), obra que leva sua assinatura. “Começamos com um documentário, depois nasceu a ficção. Foi uma grande surpresa, conquistamos 503 mil espectadores em 27 semanas. Isso com um orçamento de R$ 2,7 milhões.” No próximo mês, Filho lança em DVD o documentário “Bezerra de Menezes – O Médico dos Pobres”, complementando a ficção.
O Rio de Janeiro bem que tentou, mas o grande prêmio do Festival do Rio 2009 foi para o paulista “Os Famosos e os Duendes da Morte”, primeiro longa-metragem de Esmir Filho (dos curtas Alguma Coisa Assim e Saliva), que já tem distribuição garantida pela Warner Bros.
Por pouco Esmir Filho não viu seu filme brilhar no evento. Ele, que já recebeu um prêmio em Cannes por Alguma Coisa Assim, é um diretor novo, integrante de uma massa de cineastas paulistanos que inauguraram uma nova vertente do cinema brasileiro, que retrata dramas de adolescentes. “Os Famosos e os Duendes da Morte” é inspirado no romance de Ismael Caneppele, que também interpreta um personagem no longa.
O filme conta a história de uma cidade em que cada um de seus habitantes sonha em segredo. O menino sem nome conhece a garota sem pernas, que lhe mostra um mundo no qual ele embarca como alguém que nunca mais deseja voltar à realidade. Para o menino, a vida virtual é a única verdade. Mas a garota parte para outro mundo, deixando imortalizada sua história em vídeos e fotos na internet. A partida da única pessoa da cidade com quem ele se identifica deixa o menino ainda mais sozinho. Guiado pela música de Bob Dylan, ele mergulha em suas lembranças até o surgimento de Julian, uma figura misteriosa que desencadeia uma série de acontecimentos em sua vida até então previsível.
O filme mostra um Brasil desconhecido, no Vale do Rio Taquari, extremo sul do Brasil. Uma região de clima frio que hospeda uma comunidade alemã da região de Pomerância, habitante do local desde o século 18.
O filme é uma produção francobrasileira, que concorreu ao Leopardo de Ouro no festival de cinema de Locarno, surpreendendo o público suíço ao centrar sua história em um reduto de população alemã que vive isolada no sul do Brasil, sem samba e sem favelas.
“Os Famosos e os Duendes da Morte” pode deixar um gosto de insatisfação, por prometer um mundo que nunca se vê, que nunca se torna real. Ele poderia facilmente passar como um grande sonho, uma alucinação.
“Eu queria agradecer ao júri por premiar um filme que não é violento, que fala de afeto, carinho, que fala de abraço”, disse Esmir Filho, chorando, ao receber o Troféu Redentor.
Mas quem roubou a cena mesmo foi a produtora Sara Silveira, que apesar de ser gaúcha, não dispensou a piada de que “era ótimo um filme paulista ganhar o Festival do Rio”. “Eu apostei nesses meninos. Até acreditar que eles iam fazer uma coisa decente é duro”, disse.
Além do troféu principal, o filme também foi agraciado com o Prêmio Fipresci, da crítica internacional.
Neste filme, o público visado é essencialmente aquele que assistiria a “Crepúsculo”: pré-adolescentes soturnos, estilo emo-nerd-gótico, em busca de si próprios, fascinados pela morte e com tendências suicidas (e haverá mais de um suicídio nesta história). Engraçado como a “multidão solitária”, fenômeno sociológico tão urbano e adulto, tem criado espaço entre os adolescentes, mesmo em meios rurais como demonstrado no filme, com a intenção de se retratar a inadequação adolescente, de forma reprimida e murmurada.
“É proibido fumar”, de Anna Muylaert, foi eleito o melhor filme pelo júri oficial do 42º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que terminou na noite desta terça-feira (24). O filme levou mais sete prêmios – entre eles, o de melhor atriz, para Glória Pires, e o de melhor ator, para Paulo Miklos.
O filme conta a história de uma professora de música fumante (Glória Pires) que tenta largar o cigarro após conhecer um novo vizinho –interpretado pelo ator e músico Paulo Miklos. O filme conta também com a participação da cantora Pitty no papel de Micaela uma moça determinada a procura de um apartamento. “É Proibido Fumar” também levou os prêmios de montagem, trilha sonora, direção de arte, roteiro e melhor atriz.
A lista de filmes premiados:
Longa em 35 mm Filme (Júri Oficial) - ’É proibido fumar’ Filme (Júri Popular) - ’Filhos de João, admirável mundo novo baiano’ Direção – Evaldo Mocarzel, por ‘Quebradeiras’ Melhor Ator – Paulo Miklos, por ‘É proibido fumar’ Melhor Atriz – Glória Pires, por ‘É proibido fumar’ Melhor Ator Coadjuvante – Bruno Torres, por ‘O homem mau dorme bem’ Melhor Atriz Coadjuvante – Dani Nefussi, por ‘É proibido fumar’ Roteiro – ‘É proibido fumar’ Fotografia – ‘Quebradeiras’ Direção de Arte – ‘É proibido fumar’ Trilha Sonora – ‘É proibido fumar’ Som – ‘Quebradeiras’ Montagem – ‘É proibido fumar’
Curta em 35 mm Filme (Júri Oficial) – ‘Ave Maria ou a Mãe dos sertanejos’ Filme (Júri Popular) – ‘Recife frio’ Diretor – Kleber Mendonça Frio, por ‘Recife frio’ Melhor ator – elenco masculino de ‘A noite por testemunha’ Melhor Atriz – Mariah Teixeira, por ‘Água viva’ Roteiro – ‘Recife frio’ Fotografia – ‘Ave Maria ou a Mãe dos sertanejos’ Trilha Sonora – ‘A noite por testemunha’ Som – ‘Ave Maria ou a Mãe dos sertanejos’
Montagem – ‘Bailão’
É o filme que encerra a trilogia de José Mojica Marins( Zé do caixão) iniciada com os filmes A meia-noite levarei sua alma, de 1964 e Essa noite encarnarei no seu cadáver, de 1967.
Conta a historia de um coveiro que depois de 40 anos entre um manicômio e a prisão continua procurando uma mulher para gerar um filho perfeito, deixando um rastro de horror pela cidade de São Paulo.
O filme foi premiado pela critica como melhor longa-metragem e ganhou sete prêmios entre os quinze do 1ºfestival Paulina de cinema .
Foi também vencedor de melhor trilha sonora ,fotografia, montagem, melhor filme de ficção,edição de som ,direção de áudio e trilha sonora.
O filme já era um projeto que se originou em 1966 passando por muitas tentativas sem sucesso, e com a ajuda do produtor Paulo Sacramento e o roteirista Dennilson Ramalho foi finalizado e tirado do papel.
Tudo no filme e real nada foi computadorizado o cineasta fez questão de que o elenco tivesse essa experiência e jogou nele mesmo diversas aranhas caranguejeiras.
Encarnação do Demônio é um filme foi um filme marcante que aterroriza ate hoje que assiste!
Seguindo o mesmo caminho de produções como “O Auto da Compadecida” (2000) e “Caramuru – A invenção do Brasil” (2001), a minissérie da Rede Globo “Som e Fúria” chega aos cinemas depois de exibida na televisão em agosto passado.
A versão, que estréia apenas em uma sala em São Paulo, condensa quatro dos oito episódios do original. Aqui, estão apenas aqueles dirigidos por Fernando Meirelles e Toniko Melo, que também é responsável pela nova montagem.
“Som e Fúria” é baseado na série canadense “Slings and Arrows” e, basicamente, mostra um grupo de teatro às voltas com uma montagem de “Hamlet”, de William Shakespeare. No filme, Oliveira (Pedro Paulo Rangel) é um diretor mergulhado em problemas que encerra uma apresentação de “Sonho de uma Noite de Verão” e acaba atropelado por um caminhão, num momento de crise de criatividade.
São detalhes que mostram que o filme é o que exatamente é: condensação de uma obra maior.
O filme que estava programado para estrear hoje, chega às telonas somente na próxima sexta-feira (11/12). O motivo do adiamento nao foi informado.
30/11 – “Lula, O Filho do Brasil” na Argentina
O filme sobre Lula será lançado na Argentina em Março de 2010. Distribuidora planeja exibir o filme em até 100 salas no país. “Começaremos pela Argentina e depois levaremos para o Uruguai, Chile, Paraguai e Colômbia” afirma Constantini que também co-produziu "Tropa de Elite".
18/11 – Dois filmes brasileiros participam do Festival de Estocolmo
Os filmes 'Garapa' de José Padilha e 'No Meu Lugar' de Eduardo Valente estão representando o Brasil na programação do Festival de Estocolmo 2009. A mostra se inicia hoje.
13/11 – Dentinho faz participação em filme de Bruna Surfistinha
O Atacante do Corinthians foi convidado para fazer uma participação no filme "Bruna Surfistinha, o Doce Veneno do Escorpião". Ele contracenará rapidamente com Deborah Secco que será a protagonista do longa.
09/10 – Festival do Rio elege “Os Famosos e Os Duendes da Morte” como melhor filme
O filme "Os Famosos e Os Duendes da Morte" de Esmir Filho foi o grande vencedor da noite. O diretor que é conhecido por seu vídeo "Tapa na Pantera" (que virou febre na internet em 2007) ficou muito feliz com o resultado e concluiu "quero dar voz aos artistas que estão espalhados pela internet".
02/10 – Salve Geral estréia hoje e estará no Oscar 2010
Dos 108 filmes brasileiros exibidos no primeiro semestre de 2009, 10 se apresentaram para disputar uma indicação no oscar 2010 e quem levou a melhor foi Salve Geral que conta a história de uma mulher viuva que sonha em tirar seu filho de 18 anos da prisão e acaba se envolvendo com uma facção criminosa que fez ataques que pararam São Paulo em maio de 2006.
28/09 – Estréia filme sobre os bastidores dos Shows de Michael Jackson
O filme mostra o que aconteceu nos bastidores de abril a junho de 2009. Mais de cem horas de filmagens de Michael Jackson ensaiando diversas músicas para seu show.